O que eu faço pela operação da sua empresa.
Sou consultor de marketing digital, hoje com IA. Trabalho de dois jeitos: capacitando o seu time a construir os próprios sistemas, ou entrando eu mesmo pra resolver o que está travando. Nos dois casos começa igual, com um diagnóstico da operação.
25 anos. Santander, Nestlé, Banco do Brasil, JBS, P&G, BRMALLS, Seara, Philips, Haleon.
Capacitar o seu time, ou resolver eu mesmo.
São dois trabalhos diferentes e o mesmo começo. Um termina com o seu time sabendo construir sozinho. O outro termina com o problema resolvido. Qual dos dois serve sai do diagnóstico, não da minha vontade de vender um deles.
Capacitar o time
A mentoria dentro da sua empresa.
- Até cinco áreas, com um representante de cada
- Um sistema novo por área por mês, durante três meses
- Encontros semanais de uma hora e meia, e um presencial por mês
- No fim, cada área sai com três sistemas rodando e sabendo construir o próximo
Preço combinado por número de áreas e pessoas.
Resolver eu mesmo
A consultoria, quando o problema não pode esperar o time aprender.
- Revisão de presença: onde a sua marca aparece hoje, no Google e nas IAs, incluindo os pontos de contato que não são o site
- Jornada do cliente: eu percorro o caminho como se fosse cliente seu, acho onde a pessoa desiste, e arrumo
- Sites com automação de conteúdo, e sistemas internos que conversam com o que você já usa
- O caminho de tráfego, marketplace e comunicação, com indicação de quem executa o que eu não executo
Escopo e preço saem do diagnóstico.
Sempre por um diagnóstico, e ele é pago.
Antes de propor qualquer coisa eu faço um levantamento com o seu time, no formato de oficina: a gente escreve junto o que cada pessoa precisa que aconteça, e eu varro os eixos que costumam esconder o problema. Presença, estrutura, processos, fornecedores, mensuração, sistemas, automações e time. Você fica com o documento na mão, e ele é seu mesmo que a gente não siga junto.
O preço do que vem depois sai daí, porque é o diagnóstico que define o tamanho do trabalho, quem entra e quanto tempo leva. Cobrar antes de olhar seria chute, e chute caro.
Por onde eu passei
- Santander
- Nestlé
- Banco do Brasil
- P&G
- Seara
- JBS
- BRMALLS
- Philips
- Outback
- Citroën
- Banco Nomad
- Haleon
- Mistral
- Walita
- Mackenzie
- Geotab
Marcas atendidas ao longo de vinte e cinco anos, dentro das casas por onde passei. Não é carteira de hoje, e o que eu construí em cada uma está logo abaixo.
Eu não vendo ferramenta. Ajudo a construir, com o seu time.
Sou Diretor de Estratégia e Mídia na 3mais e construo a minha própria operação em IA em público. Levo esse mesmo método pra dentro da sua empresa, junto com quem já faz o trabalho aí dentro.
-
Diagnóstico da operação
A gente acha onde o trabalho realmente trava, não onde a ferramenta da moda promete brilhar.
-
Construção com o time
Desenhamos e construímos os sistemas junto com quem vai operar. Próprio, embutido no fluxo, não mais um SaaS alugado por cima.
-
O time fica dono
Quando eu saio, roda sem mim. A empresa não fica refém de uma ferramenta nem de um fornecedor, virou nativa.
Vinte e cinco anos montando operação de marketing.
Não é carteira de clientes de hoje: é o que eu construí em cada casa por onde passei. Está aqui porque a pergunta que sempre vem, e é justa, é quem mais você atendeu.
Também dei aula de pós-graduação no Senac, na FIAP e na Impacta, sempre de marketing digital, e palestrei na Campus Party, na ESPM, no Mackenzie e na Unip.
Eu rodo o que eu proponho
Não é teoria de slide. A minha operação e a comunicação que eu dirijo já funcionam assim, sistemas próprios, embutidos, rodando sozinhos:
Conteúdo que publica sozinho pela API oficial, sem ninguém abrir o navegador.
Newsletter que sai sozinha nos canais, sem abrir a ferramenta na mão.
Este site inteiro construído com o mesmo método que eu levo pra dentro das empresas.
A IA é o como, nunca o quê.
Ninguém acorda querendo comprar inteligência artificial. Acorda querendo que o marketing seja medido, que o processo pare de depender de uma pessoa só, que o time dê conta. A IA entra porque é ela que faz caber numa pessoa o trabalho que antes pedia uma agência, e isso é argumento de preço, não de vitrine.
A versão longa desse raciocínio está no manifesto, junto com o que muda quando uma empresa passa a operar com IA por dentro em vez de comprada por cima.
O que os CEOs me perguntam?
- Por onde começa um projeto de empresa nativa em IA?
- Pelo diagnóstico da operação, não pela ferramenta: onde o valor está preso, qual dado proprietário existe e qual processo dói mais. O primeiro sistema nasce daí, construído junto com o seu time.
- Quanto tempo até ver resultado?
- O primeiro sistema útil roda em semanas, não em meses. A transformação completa é um programa contínuo, mas ninguém espera um ano pra ver valor.
- Minha equipe vai ser substituída?
- O método é o contrário: constrói com o seu time, capacitando as pessoas a operar e evoluir os sistemas. A empresa fica dona do conhecimento, não refém de fornecedor.
- Já usamos ChatGPT e Copilot. Não basta?
- Licença não é transformação. 78% das empresas usam IA em alguma função e só 1% se considera madura (McKinsey, 2025). A diferença está no processo embutido, no dado e na governança, não no login.
- E a segurança e a LGPD?
- Governança entra no desenho desde o primeiro dia: o que a IA pode ver, o que não pode, consentimento e trilha de auditoria. Nativo em IA sem governança é passivo, não ativo.
78%
das empresas já usam IA em alguma função
1%
se considera madura na tecnologia
McKinsey (2025)
Atualizado em
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