GUI LOUREIRO Descubra onde você travou
Quem é

Gui Loureiro

Estrategista. Construtor-Mentor. Curador de IA. Educador. Nessa ordem, não inverte.

Gui Loureiro é estrategista de marketing há mais de 25 anos e Diretor de Estratégia na 3mais. Passou por veículo, agência, startup, games, BI e produto digital, todos os lados do balcão. Hoje ensina o método que usa na própria operação: sair de perguntar pro chat e construir sistemas com IA.

25 anos de mercado Diretor de Estratégia · 3mais Testa tudo na própria pele
Gui Loureiro no home-studio à noite, camisa de caveiras e óculos, luz roxa e neon, moodboard e código ao fundo
Direto ao ponto

O que é o método do Construtor-Mentor?

O método do Construtor-Mentor é a forma como Gui Loureiro trabalha há mais de 25 anos: atravessar cada virada da tecnologia por dentro e resolver sem manual. São quatro camadas numa identidade só, nesta ordem: estrategista, construtor-mentor, curador de IA e educador. A raiz vem de 1970, quando o pai dele já montava computador e criava software sem curso, auto-didata 23 anos antes da internet brasileira existir. Por isso a frase-âncora: não dá pra comprimir 56 anos de obstinação em curso de 6 semanas. Ao longo de 10 marcos, de 1995 até agora, foram web, social, mobile e IA vistas antes do mercado nomear, incluindo o pivô pra IA em 2017, três anos antes do ChatGPT estourar. A tese que sustenta tudo: qualquer um vira estrategista completo quando o repertório é organizado, a IA escala essa organização e a curadoria humana garante a qualidade.

A missão

Não é vender curso. É organizar o conhecimento.

Não é virar influencer de marketing nem montar um império de coaches. A missão é uma só, e todo o ecossistema (blog, newsletter, Clube, Instagram) só existe se serve a ela:

"Organizar o conhecimento necessário pra qualquer um virar estrategista completo, usando IA pra escalar organização, com curadoria humana garantindo qualidade."

Conteúdo que não ensina não cabe aqui.

A genealogia

Já nasci assim. Não virei IA em 2022.

Antes de 1995, antes de qualquer balcão profissional, em 1970 meu pai já fazia algo parecido com o que eu faço hoje: montava computadores e criava software sem curso, sem manual, na obstinação. Auto-didata 23 anos antes da internet brasileira existir. Eu sou meu pai, em outras eras.

Em 2020, na pandemia, uma amiga me pediu pra ensiná-la a usar tudo isso na prática. Sem vocabulário técnico, sem bolha, só vontade. Foi a primeira vez que vi o método rodar com alguém fora do meu mundo. E rodou. Hoje minha esposa Carol Schlegel (Gashi Design) é o espelho cotidiano: cada decisão de marca passa por ela antes de virar canon.

"O mercado descobriu IA em 2022. Eu carrego essa genealogia desde 1970. Não dá pra comprimir 56 anos de obstinação em curso de 6 semanas."

O Construtor-Mentor não foi inventado quando o ChatGPT estourou. Foi reconhecido. Já existia, só faltava nome.

A linha do tempo

30 anos resolvendo sem manual

Cada virada da tecnologia (web, social, mobile, IA) atravessada por dentro, pagando a conta da decisão errada. Não otimizei funil de fora; ajudei a construir o que vinha antes dele.

1995

BBS + RPG mestre

Online antes da internet brasileira oficial. RPG mestre desde o mesmo ano: malemolência narrativa, intimidade com tecnologia e uma base de amigos profundos.

2000

Macintosh na Archote

Primeiro dia de estágio: um Mac que eu nunca tinha usado, QuarkXPress idem, prazo de sexta. Aprendi a me virar sozinho. Gerente estagiário aos 18.

2004

BuscaPé

O e-commerce comparativo nascendo no Brasil. Primeira régua: dados acima de intuição.

2007

In Game ad.Diction (Atrativa)

Como analista de mídia, criei o primeiro blog publicitário brasileiro sobre games. Sem perceber, eu estava farmando aura, no boom da Campus Party.

2007

Happy Hour da Mídia Online (TV1)

Convoquei via MSN. 1ª edição: 19 pessoas. Da 4ª em diante: 500 por mês, por 24 meses. 2.000+ nomes da mídia digital brasileira na própria base.

2014

Hoplon · e-sports antes do nome

Dirigi um time de 32 pessoas num estúdio de transmissão 24h. Antes de existir o nome "e-sports".

2017

O pivô pra IA (Havas → Hive)

Diagnóstico próprio: "se eu continuar competindo na execução, já perdi". Em 3 anos: chatbot do Outback, Descubra P&G, BI auditando agências. Vi a IA antes do mercado nomear.

2021

Auto-batismo (FutureBrand)

"Nomeando pela primeira vez aquilo que eu já era desde sempre." Estrategista digital desde 2007, mas só em 2021 chamei pelo nome.

2023

O almoço familiar

"Não sei o que vem por aí, só sei que esse negócio vai mudar o mundo. A gente tem que estudar." Sem palco. Foi a gênese da manada de sobreviventes da IA.

Agora

3mais + as Forjas

Diretor de Estratégia na 3mais, com as Forjas em construção. "Eu não sei tudo. O que eu sei é ligar os pontos. E isso eu posso te ensinar."

Como trabalho

Disciplina antes de promessa

"Eu entrego. Sou rápido. Dou conta. Sempre vou criando fórmulas pra acelerar qualquer processo, inclusive o criativo."

Não é hype. É auto-percepção operacional codificada em 25 anos de mercado.

Como uso IA

Feito por IA, curado por Gui

Tudo que você lê aqui passa por dois filtros: o Claude (Anthropic) gera o draft a partir de briefing humano, e eu reviso contra a alma da marca e aprovo antes de publicar. Sem exceção. Sem mil prompts empacotados, sem agente autônomo escrevendo opinião pela marca.

✦ Feito por IA · curado por Gui

Política completa em /sobre/uso-de-ia/: os filtros, onde uso, onde NÃO uso, e o processo de revisão.

O que eu acredito

Não é só o que eu vendo. É como eu penso.

Qualquer um vira estrategista completo

Não há classe profissional escolhida, há repertório que se constrói. A IA torna acessível o que antes exigia 10 anos de balcão; a curadoria humana garante que não vire ruído.

Já nasci assim

Carrego essa genealogia desde 1970, via pai auto-didata. Não dá pra comprimir 56 anos em curso de 6 semanas, e quem promete isso está vendendo conforto, não método.

Eu não sei tudo, sei ligar os pontos

Não vendo onisciência. Vendo a capacidade de costurar territórios distintos do marketing, e essa capacidade é ensinável, transferível, replicável.

Pra quem escrevo

Dois perfis. Mesmo método. Linguagens diferentes.

Sênior ofensivo

Profissional de marketing pleno, coordenador ou gerente, 35-55 anos. Aprende ferramenta nova toda semana, mas não articula pra onde a marca vai em 18 meses. As campanhas funcionam, mas não constroem nada que dure. Olha pra IA com fascínio e ameaça. Quer parar de executar no escuro e pensar como estrategista.

Analfabeto-IA esforçado

Profissional esforçado que quer aprender IA, mas ainda não tem o vocabulário técnico. Não é analfabeto profissional, é analfabeto-IA. Quer trilha didática, não buzzword. Quer mentor compassivo, não guru top-down.

Se algum dos dois bate, este lugar é pra você.

Perguntas frequentes

O que perguntam sobre o Gui?

Quem é Gui Loureiro?

Estrategista de marketing há mais de 25 anos e Diretor de Estratégia na 3mais. Passou por veículo, agência, startup, games, BI e produto digital, todos os lados do balcão.

Há quanto tempo trabalha com marketing?

Mais de 25 anos, desde 1995. Atravessou cada virada (web, social, mobile, IA) resolvendo sem manual, de estagiário a diretor de estratégia.

Como ele usa IA no conteúdo?

O Claude gera o draft a partir de briefing humano, e o Gui revisa contra a alma da marca e aprova antes de publicar. Feito por IA, curado por Gui.

Como trabalhar com o Gui?

Consultoria via 3mais, palestra, mentoria 1-on-1 ou o Clube do Loureiro. A regra: diagnóstico antes de receita.

Trabalhar junto

Diagnóstico antes de receita

Não aceito briefing "precisamos de mais performance". Vendo diagnóstico antes. Quem não topa essa ordem provavelmente não é fit. Consultoria via 3mais, palestra, mentoria 1-on-1 ou o Clube do Loureiro.

"Marketing bom é como o brasileiro: visceral, emocional, dramático, de chorar e de rir, e acima de tudo, cultural."

Gui Loureiro · Diretor de Estratégia, 3mais · 25 anos transformando marketing em sistemas.

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