Motor de UGC
UGC (aquele vídeo de gente comum falando do produto) não escala na mão: gravar, editar, repetir. Este motor gera o vídeo falado a partir de um roteiro, com um rosto e uma voz, sozinho. É a fábrica de conteúdo falado.

O que resolve
UGC quer dizer "conteúdo feito por gente comum" (User Generated Content): aquele vídeo de alguém falando pra câmera sobre um produto. Funciona muito, mas gravar um por um não escala. Este motor gera o vídeo a partir de um roteiro escrito: ele pega um rosto e uma voz e monta a pessoa falando o texto, sem câmera, sem set, sem regravar. Você escreve dez roteiros de manhã e tem dez vídeos à tarde.
Os ingredientes
- O programa em si (a pasta com o código, o "repo").
- Uma conta no Replicate (o serviço que roda os modelos de IA de vídeo e voz). Você paga só pelo que gera (pay-per-use), com a sua própria chave.
- O roteiro (o texto que a pessoa vai falar) e o rosto/voz que você quer usar.
- O Claude Code pra instalar e ajustar. O "01 · Instalação do zero" cobre o zero.
.env.example) e paga só os vídeos que gerar. Zero mensalidade fixa, zero senha minha dentro.Acesso liberado pra membro. O repo é privado no GitHub, amarrado ao seu login.
O modo de preparo
- Baixa a pasta do programa e abre no Claude Code.
- Cria a conta no Replicate, pega a sua chave (o API token, fica nas configurações da conta) e cola no arquivo de configuração (o
.env, do modelo.env.example). - Escolhe o rosto e a voz que vão falar (o programa explica onde colocar cada um).
- Joga um roteiro curto de teste e gera o primeiro vídeo pra ver a qualidade.
- Gostou? Manda os roteiros em lote e ele devolve os vídeos.
O que queimou
Foi um inferno chegar num resultado que presta. As duas dores:
- Qualidade do "delivery". Gerar um rosto que mexe a boca é fácil; gerar alguém que fala de um jeito que convence (ritmo, expressão, sem aquele ar de robô travado) é o difícil. Passei muito tempo achando os ajustes que separam o vídeo que dá pra postar do vídeo que denuncia que é IA. Esses ajustes já vêm calibrados no programa.
- Fazer soar como pessoas diferentes. O risco é todo vídeo sair com a mesma cara e a mesma voz, e aí o feed vira um clone só. O trabalho foi justamente variar: rostos e vozes distintos, cada um com o seu jeito, pra parecerem pessoas de verdade e não o mesmo boneco repetido. O programa já traz esse leque montado.